APP/UNIPAM conquista 3º lugar na Copa Paraíba de Basquete em Cadeira de Rodas

Um Olhar Sobre a Copa Paraíba de Basquete em Cadeira de Rodas

A 4ª edição da Copa Paraíba de Basquete em Cadeira de Rodas trouxe à tona a importância do esporte adaptado, destacando não apenas competitividade, mas também inclusão social. Realizada entre os dias 19 e 21 de junho, no Ginásio Poliesportivo Ronaldo Cunha Lima em João Pessoa, Paraíba, o evento reuniu equipes de várias regiões do Brasil, todos com o mesmo objetivo: o de mostrar talento e superação.

A Trajetória da APP/UNIPAM na Competição

A Associação Paralímpica Patense (APP/UNIPAM/DB) foi uma das equipes que se destacou neste torneio. Classificada no Grupo A, teve a companhia de equipes desafiadoras, como ADD Magic Hands, da APAC Cascavel e ADDF/ABDF. A APP/UNIPAM/DB demonstrou determinação e habilidade, garantindo um lugar nas semifinais após uma fase de grupos bastante acirrada.

Desempenho na Fase Classificatória

Durante a fase classificatória, a equipe da APP/UNIPAM/DB teve um desempenho notável, conquistando duas vitórias e uma derrota. Esse resultado a habilitou para as semifinais, refletindo o trabalho árduo e a dedicação dos jogadores. A confiança e a estratégia bem planejada foram aspectos fundamentais para alcançar essas vitórias.

Copa Paraíba de Basquete em Cadeira de Rodas

Desafios Enfrentados nas Semifinais

Nas semifinais, a APP/UNIPAM/DB enfrentou o Gadecamp, um adversário forte e preparado, conhecido por suas táticas de jogo robustas. A equipe patense tentou de tudo para inverter a situação, porém, foi derrotada pelo placar de 50 a 32. Esse desafio não diminuiu o ânimo da equipe, que estava pronta para lutar pelo bronze.

Vencendo na Luta pelo Bronze

No embate pelo terceiro lugar, a APP/UNIPAM/DB se destacou mais uma vez, enfrentando o CEPE/Raposas do Sul/SESPORTE. A partida foi intensa e cheia de emoções, culminando em uma vitória apertada por 60 a 59. Essa conquista não apenas rendeu a medalha de bronze à equipe, mas também reafirmou seu compromisso com a superação e a luta pelo esporte adaptado.



Destaques Individual: Douglas Batista Felix

O talento individual também brilhou na APP/UNIPAM/DB, especialmente com o atleta Douglas Batista Felix, que se destacou ao marcar um total de 65 pontos durante o torneio. Sua performance foi reconhecida com a inclusão no “Quinteto Ideal da Competição”, na classe 3.5, endossando seu trabalho excepcional e a contribuição para a equipe.

A Importância do Suporte à Deficiência

Eventos como a Copa Paraíba são fundamentais para promover a visibilidade do esporte adaptado e a inclusão social. Eles mostram que as pessoas com deficiência possuem tanto talento quanto suas contrapartes sem deficiência. A visibilidade ajuda a derrubar preconceitos e abre portas para que mais atletas tenham a oportunidade de se desenvolver e competir.

O Papel do Evento no Esporte Inclusivo

A Copa Paraíba, promovida pela Associação Atlética das Pessoas com Deficiência da Paraíba (AAPD/PB) e pela Liga Nordeste de Basquete em Cadeira de Rodas, tem um papel essencial não só no âmbito esportivo, mas também social. Encoraja a participação de jovens com deficiência e proporciona um ambiente em que eles podem mostrar suas capacidades, sinalizando que o esporte é para todos.

Perspectivas Futuras para a APP/UNIPAM

O futuro da APP/UNIPAM após a copa parece promissor. Com a força e o desempenho demonstrado, a equipe está motivada a trabalhar e se preparar para os próximos desafios. A experiência adquirida nessa competição será fundamental para o seu crescimento e desenvolvimento, tanto em habilidades individuais quanto de equipe.

Reflexões sobre a Competição e a Inclusão

Cada edição da Copa Paraíba traz lições valiosas sobre resiliência, superação e a importância do apoio institucional. O engajamento da comunidade e a participação de patrocinadores são cruciais para o sucesso de iniciativas como essa, ressaltando que a inclusão não é apenas uma meta, mas um caminho a ser trilhado continuamente. Além disso, é urgente que mais competições para pessoas com deficiência sejam organizadas, ampliando o alcance e a acessibilidade.

Apenas com o apoio conjunto de esportistas, entidades e a sociedade em geral será possível garantir que a inclusão no esporte seja uma realidade em todo o Brasil.



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